Mostrando postagens com marcador regras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador regras. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

FAQ - Parte 1

Pergunta: De onde executa-se o Kick-off?
Resposta: A menos que reposicionada por uma penalidade, a linha limite do time de chute em kickoffs deve ser a linha de 30-jardas, e para free kick após safety, a linha de 20-jardas do time de chute.

Pergunta: Se o time de chute recuperar o kickoff, o que acontece?
Resposta: Bola Morta. Nova série de downs dada ao time de chute APENAS se a bola tiver percorrido 10 jardas do spot do chute, tornando-se viva para ambas as equipes.
Se o chute vai a menos de 10 jardas , a equipe de retorno receberá a bola no local onde esta equipe recuperou-o chute. No entanto, se a equipe de retorno toca a bola antes que ela percorra as 10 jardas, cada equipe poderá recuperá-la sem penalidade.

Pergunta: Retorno de ponto extra bloqueado vale 1 ou 2 pontos?
Resposta: Qualquer touchdown marcado numa tentativa de ponto extra (try) vale 2 pontos.

Pergunta: False Start: É false Start se o snapper colocar a mão na bola e retirar após esse contato?
Resposta: Sim. Caso o snapper colocar a mão na bola ele poderá trocar de mão mas nunca movimentar a bola para cima (snap ilegal) ou fazer outro movimento brusco que não o snap em si. Vale a pena aqui lembrar que o snap válido é um movimento rápido e contínuo de jogar a bola para trás. Não precisa ser entre as pernas do snapper nem ser dado pelo jogador central da linha.

Pergunta: O que é Zona neutra e snapper?
Resposta: Snapper é o jogador que inicia a jogada através de um snap legal. Ele não é necessariamente o jogador central da linha. A zona neutra é delimitada por dois planos que tocam os dois extremos da bola. Dentro desse plano nenhum jogador pode estar no momento do snap. O snapper pode ter a cabeça na zona neutra mas nunca além dela.

Pergunta: Tenho que avisar quando um jogador com numeração não elegível (50 a 79) irá participar da jogada tocando na bola?
Resposta: Sim. Não é uma formação ilegal ter um jogador de ataque com número inelegível na posição que deveria ser de um jogador elegível (por exemplo nas pontas da linha de scrimmage) por outro lado esse jogador somente poderá avançar mais que 3 jardas ou até mesmo receber um passe ou fazer uma corrida se avisar logo após sua entrada em campo que ele é elegível para passes.

Pergunta: É permitida a formação desbalanceada (dois receivers de um lado da linha de scrimmage e nenhum do outro lado?
Resposta: Sim. No entanto apenas o receiver externo e elegível para passes. Vamos relembrar as três regras básicas para a linha de scrimmage.
1) Ela deve ser composta por NO MÍNIMO 7 jogadores.
2) Cinco dos desses jogadores deverão ter números INELEGÍVEIS (50 a 79)
3) Só poderão receber passes os Ends (jogadores das pontas)


Pergunta: Quando um chute de extra point falha continuam valendo as regras de formação ilegal e números inelegíveis?
Resposta: As regras de formação ilegal são aplicadas no momento do snap, então não faz diferença se o chute é convertido ou não. De qualquer forma há uma exceção na regra de numeração nas jogadas de chute da scrimmage.
A regra 1-4-2-b diz:
Num down da scrimmage, pelo menos cinco jogadores de ataque na linha de
scrimmage devem ser numerados entre 50 e 79 [Exceção: Em um down com
formação de chute de scrimmage, um jogador cuja posição inicial o torne
inelegível, é uma exceção à regra da numeração de 50-79, e permanece
inelegível até que um passe legal pra frente toque um jogador do Time B ou um
árbitro. Ele deve estar posicionado na linha de scrimmage, entre os dois jogadores
de ponta na linha de scrimmage. Os jogadores inelegíveis (interior da linha) são
identificados quando o snapper assume sua posição e toca ou finge (mãos nos ou
abaixo dos joelhos) tocar a bola. Um jogador permanece inelegível, e é uma
exceção à numeração obrigatória de 50-79, até que o down termine, um timeout
seja pedido por um time ou pelo referee, ou um período termine.] (A.R. 1-4-2-I, IV e V)

Pergunta: É permitido o bloqueio ilegal pelas costas no sentido da corrida?
Resposta: O bloqueio pelas costas é permitido quando em fumble, somente visando chegar a bola, e no tackle box quando o adversário voluntariamente oferece as costas (IE: um Defensor fazendo um Spin ou Swin)

Regras básicas sobre Chutes:

Em qualquer chute:

- Jogador que sair de campo durante a jogada não pode voltar naquela jogada. A não ser que o jogador tenha sido empurrado para fora e voltar imediatamente.

Free Kick:

- Pode ser um place kick, drop kick ou punt
- A linha do free kick é a de 30 jardas em um chute normal sem faltas anteriores.
- Tem que ser de, no mínimo 10 jardas. Se o chute não correr 10 jardas a bola
é considerada em repouso no lugar do chute bola do time de recebedores a não ser que um jogador
do time de recebedores toque a bola. Nesse caso temos bola do time de chutadores
- Após passar as 10 jardas, qualquer time pode receber.
- Se o time de chute receber a bola, ela é morta e é do time chute
- Se o time de recebedores receber a bola, ela é viva e é desse time
- O recebedor deve ter a oportunidade limpa de recebê-la (Não se pode tocar no recebedor e deve-se guardar uma distância mínima)
- Se for pedido o fair catch essa oportunidade continua mesmo que haja um muff. Essa oportunidade acaba quando a bola toca o chão ou outro companheiro ou até mesmo um árbitro.
- Lembre-se que oportunidade limpa acaba quando a bola tocar o chão.
- O jogador que fizer sinal de fair catch não pode bloquear adversários.
- O chute não pode sair de campo. Penalidade bola do time de recebedores a 5 jardas após o ponto onde ela saiu ou a 30 jardas de onde ocorreu o chute.

Punt

- Punt sem ninguem tocar a bola entra em repouso. Bola do time de recebedores na posição do repouso.
- Punt tocou em jogador de chute. Bola do time de recebedores no lugar onde houve o toque.
- Punt tocou em jogador do time de recebedures (muff) a bola está viva.
- Se, no caso acima, o time de chute recuperar a bola, ela está morta e pertence ao time de chute.

Qualquer chute de scrimmage:

- Se não passar da linha de scrimmage continua como bola viva e pode ser de qualquer time.
- Considera-se que a bola não passou da linha de scrimmage se ela for bloqueada até 3 jardas após a linha de scrimagge.
- Se um jogador do time de chute recupera um chute de scrimmage que tenha cruzado a zona neutra, a bola se torna morta.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

AFAB e ANEFA unificam as regras do Futebol Americano praticado no Brasil

Em um trabalho iniciado em 2008 a Associação de Futebol Americano e de Bandeira do Brasil (AFAB) e a Associação Nordestina de Futebol Americano (ANEFA) fizeram a tradução das regras do Futebol Americano de Grama para o Brasil.O ponto de partida do trabalho foi a tradução das regras da IFAF, a Federação Internacional de Futebol Americano, do inglês para o português. Esse trabalhou consumiu mais de dois meses e foi feito de maneira independente pelas equipes das duas entidades.Ao final da tradução, iniciou-se o trabalho de adaptação das regras à realidade brasileira, uma vez que as regras originais eram bastante direcionadas aos jogos do Futebol Americano praticado no nível universitário (College) nos Estados Unidos. Na fase final da adaptação, as duas entidades concordaram em trocar informações e publicar uma versão unificada das regras, permitindo que equipes de todo o Brasil possam se enfrentar sem nenhuma preocupação com as regras. Miguel Lopes, presidente da AFAB destaca: "Com a padronização das regras de acordo com as diretrizes da IFAF o Brasil dá um passo importante para participar de maneira mais efetiva das competições internacionais, tanto com suas seleções quanto na organização dessas competições". Alysson Nascimento, presidente da ANEFA destaca: "No encontro ANEFA deste ano realizado em Campina Grande, foi decidido que a ANEFA iria se empenhar pela unificação de regras do Brasil. Acredito no trabalho conceituado da AFAB e acredito que essas e outras parcerias devem existir. AFAB e ANEFA têm o interesse comum em suas regiões e devem se ajudar e compartilhar para o crescimento maior do esporte".

As regras estão disponíveis do Site da AFAB: http://www.afabonline.com.br/v3/regras

Qualificação da arbitragem

O próximo passo, já iniciado pelas entidades, é a qualificação de seu corpo de árbitros. A AFAB optou pela qualificação através da Internet, a rede mundial de computadores. Os árbitros interessados recebem atendimento personalizado e têm contato direto com a Comissão de Arbitragem da entidade. Ao final do processo de qualificação os árbitros prestam uma prova teórica, que é aplicada pelos representantes da AFAB nos estados. Os árbitros aprovados passam, então, a compor o quadro de árbitros da AFAB.O acompanhamento técnico dos árbitros é feito com a observação dos jogos e análise dos relatórios. A meta da AFAB é ter árbitros qualificados em todos os estados associados, reduzindo assim os custos com transporte e hospedagem, hoje necessários pois vários estados não possuem árbitros em seus quadros.O presidente da Comissão de Arbitragem da AFAB, Daniel Vasques, avalia assim a situação da arbitragem no Brasil: "Estamos no início de um processo de criação de regras e habilitação de árbitros. Esse processo é bastante difícil e exige dedicação, interesse e empenho de todos os envolvido – habilitadores e habilitandos. Estou bastante otimista com o interesse que tenho visto surgir em vários estados. Temos um caminho muito longo a percorrer e, além do aparente interesse interno, temos também grande ajuda de árbitros experientes espalhados pelo mundo, com quem temos tido bastante contato. Esse contato será ótimo para nos dar uma direção no processo de habilitação e manutenção de um quadro de árbitros capaz e interessado".A ANEFA tem previsto para este ano o seu curso de arbitragem com aulas presenciais nos estados nordestinos e acredita que são necessárias a qualificação e a motivação dos árbitros. A este exemplo, no CE BOWL, os árbitros serão renumerados. Com estes processos de qualificação de árbitros, a ANEFA acredita numa melhor qualidade das partidas e um menor tempo dos jogos.

Torneio Touchdown

O Torneio Touchdown é a primeira competição de times de âmbito nacional de Futebol Americano no Brasil, com a participação de oito equipes distribuidas em três divisões. Na Divisão Sul estão Curitiba Brown Spiders, Barigui Crocodiles e Joinville Gladiators. Na Divisão Leste estão São Paulo Storm, Rio de Janeiro Imperadores e Sorocaba Vipers. Na Divisão Oeste estão Cuiabá Arsenal e Tubarões do Cerrado.A arbitragem do Torneio Touchdown está a cargo da Comissão de Arbitragem da AFAB e as equipes já colherão os benefícios da unificação das regras e da qualificação dos árbitros, com a redução nos custos com a arbitragem nos jogos do campeonato.

AFAB

A Associação de Futebol Americano e de Bandeira do Brasil foi criada em 2002 no Rio de Janeiro e é filiada à IFAF (Federação Internacional de Futebol Americano). A AFAB possui associados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Paraíba, Mato Grosso, Distrito Federal e Amazonas. As Seleções Brasileiras de Futebol Americano são organizadas pela entidade. Em Abril de 2009 a AFAB, em parceria com a Liga Paulista de Futebol Americano e Flag (LPFA) organizou o I Torneio Brasileiro de Seleções Estaduais na cidade de Sorocaba-SP, com a Seleção de São Paulo conquistando o título.

Site: www.afabonline.com.br

Contato: comunicação@afabonline.com.br

ANEFA

A Associação Nordestina de Futebol Americano, fundada no ano de 2006, tem seu foco no crescimento do futebol americano nordestino. Presente em todos os estados do nordeste com a inclusão recente do Piauí e Maranhão e com a filiação de 29 times, tenta fortalecer o seu trabalho ajudando na organização de torneios como o NE BOWL e na ajuda na organização dos torneios estaduais. Também ciente que tem que procurar meios de qualificação do esporte hoje, tem parcerias com entidades mexicanas de futebol americano e irá trazer no final do ano treinadores de colégios mexicanos para proporcionar cursos e treinos durante um mês inteiro.

Contato: anefa@ymail.com

image